terça-feira, 26 de agosto de 2008

O sabor do Nó

Ainda saboreio este amargo nó na garganta que reflecte o passado que hoje recinto, nada é tão seco e desgostável como esta fome sem alimento que ainda tento digerir.
Lembro-me do adocicado sabor da tua pele e desfaleço-me, sei que ninguém me fará sentir tanta falta como tu, o teu simples coração, o teu lindo cabelo e tudo o que em nós foi indomável, as loucuras, as paixões, os abraços, os amassos...tudo reprimido e perdoado pelo que és, pelas tuas asas, pela serenidade e pelo teu imenso amor ...

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